>Um olhar sobre a mulher Nambiquara

>Organizadores: Anna Maria Ribeiro F. Moreira da Costa e
José Eduardo F. Moreira da Costa


Sobre a obra
Essa delicada caixinha é um recorte temático da passagem da expedição chefiada por Cândido Mariano da Silva Rondon em terras Nambiquara. A obra reproduz uma parte do acervo do Museu do Índio, da Fundação Nacional do Índio, e desenhos a nanquim de artefatos do cotidiano (objetos mágicos, lúdicos, de guarda de alimentos e de transporte), em especial, aqueles destinados ao sexo feminino.
As lentes dos fotógrafos-expedicionários Leduc, Thomaz Reis, Benjamin Rondon e José Louro, e os desenhos, registram e enaltecem a beleza étnica da mulher Nambiquara e o modo como os frutos de seu trabalho se manifestam.

Sobre os organizadores
Anna Maria Ribeiro F. Moreira da Costa é graduada em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com especialização e mestrado na mesma área pela universidade Federal de Mato Grosso. Em 1982 chegou a Mato Grosso para trabalhar com os grupos Nambiquara do Cerrado, como professora, onde permaneceu até 1988. Na Fundação Nacional do Índio, em Cuibá, trabalha em pesquisa etno-históricas e no inventário do conjunto documental da instituição.
É membro do Instituto Histórico e Geográfico de mato Grosso e professora do Centro Universitário UNIVAG. Entre os estudos mais recentes sobre os Nambiquara, encontra-se: Senhores da Memória: uma história do Nambiquara do cerrado (2002); Eutímio Kithaulhu: um fragmento da trajetória biográfica de um nambiquara da Chapada dos Precis (2002); Os índios Nambiquara do Cerrado: trabalho, aprendizagem e saber (2004); Primeiro aqui era só índio! Uma contribuição à etno-história nambiquara; Yalanewitisu: o espaço Nambiquara da memória; Hatisu Nambiquara – Lembranças que viraram histórias (2005). Atualmente Anna cursa doutorado em história na Universidade Federal de Pernambuco.
José Eduardo F. Moreira da Costa é Indigenista da Fundação Nacional do Índio desde 1979.
Desse o ano até 1988 morou entre os índios Nambiquara, desenvolvendo atividades direcionadas à auto—sustentação e à garganta territorial. Nos anos seguintes, 1988-1989, conviveu com os índios Potiguara, no Estado da Paraíba, onde realizou estudos sobre cultura material e imaterial. Dessa pesquisa originou-se a obra Potiguara Cultura Material, editada pela Secretaria de Cultura do Estado da Paraíba. Da década de 1990 até a presente data, realiza diversas atividades nas áreas de educação, cultura, meio ambiente e regularização fundiária de diferentes grupos indígenas localizados no Estado de Mato Grosso, dentre eles, o Chiquitano. O trabalho com o povo Chiquitano rendeu a publicação da obra A Coroa do Mundo – religião, território e territorialidade Chiquitano (2006). É bacharel em Geografia pela Universidade Federal de Mato Grosso, especialista em Antropologia Social e mestre em Geografia Cultural pela mesma universidade. Atualmente integra o Grupo de Estudos Regionais Sul-Americanos, da Universidade Federal de mato Grosso.

Edição: 1ª
Data de Publicação: 2007
Tamanho: 10 x 15 x 2 cm
Nº de postais: 32
Gênero: Antropologia e Cultura Indígena
Preço: R$ 25,00
Editora: Carlini & Caniato

Contatos:
Editora TantaTinta/Carlini & Caniato
(65)3023-5714/5715
comercial@tantatinta.com.br

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